Em busca de sentido

Bom dia a todos!

Como vão vocês e suas famílias? Espero que celebrando a boa paternidade, seja ela uma realidade atual ou um sonho para o amanhã!

Gostaria de lhes falar hoje aqui um pouco sobre a questão da busca pelo sentido da vida.

Recentemente, ouvi a seguinte história:

“Do dia para a noite, sem nota ou aviso prévio, fui convocada para acompanhar uma live completamente em inglês, a pedido da empresa. Apesar do muito estudo da língua, não fui capaz de entender quase tudo, uma grande frustração! Saí me perguntando sobre o sentido de tudo isso, pois com ele até o ‘goela abaixo’ pode ser suportado”.

Quanto maior a experiência de vida, melhor tende a ser a perspectiva para a interpretação dos eventos. Dando passos para trás e observando a vida através do tempo chegamos a respostas, significações e entendimento.

“As coisas têm sentido”, dizemos. “Basta descobrir o sentido da vida!”

Muitas vezes, porém, somos envolvidos em situações, cujo motivo é a mesquinha acomodação de caprichos, subornos e/ou propaganda.

Quando estamos sendo manipulados, o opressor tenta nos transferir a culpa, subjetivamente responsabilizando-nos pela descoberta do sentido no absurdo.

Às vezes, o sentido das coisas é que não fazem sentido, tratando-se de futilidades, descaminhos e/ou contradições.

Acredito na nossa capacidade de avaliação e discernimento. Quem se leva a sério acaba encontrando um caminho para o juízo perfeito.

Se você se respeitar desde agora e até o longo prazo, aprenderá a reconhecer a diferença entre propósito e futilidade.

O sentido da vida é que a sua paz representa todo o poder, boa obra e vida eterna.

Por altos e baixos, lutas e desafios, sua vida irá lhe ensinar que você só ganha quando escolhe sofrer pela conquista e manutenção da sua integridade.

“A paz de ontem não serve para o dia de hoje”, eu repito às vezes para meus pacientes. Estamos sendo sempre chamados para novos acertos de paz.

Essa é a boa guerra!

Nem tudo o que nos pedem para fazer é motivado pelo sentido da vida.

Que a dor da futilidade que nos é imposta pelos outros desperte em nós a firme resolução de, no que depende de nós, nunca mais entregarmos a nossa força em vão.

Muitos desperdiçam seus afetos voluntariamente. Mas você não mais!

Hoje renasce a sua dignidade no compromisso de se portar na vida como um rei. Foi para a nobreza de coração e mente que você nasceu!

Ninguém mais pode lhe manipular com a responsabilização pelo sentido do que é nada mais do que um grande erro e/ou contradição!

De passageiros a motoristas, nada lhe será mais necessário do que seu testemunho fiel.

Eu acredito em vocês!

Atenciosamente,

Rafael.

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Rafael Caldeira de Faria

Psicólogo corporal

CRP 06/89471